janeiro 31, 2011

MAUSOLÉU DE HALICARNASSO

O MAUSOLÉU DE HALICARNASSO foi o suntuoso túmulo que a rainha Artemísia II de Cária mandou construir sobre os restos mortais de seu irmão e marido, o rei Mausolo, em 353 a.C.. Foi construído por dois arquitetos gregos  Sátiro e Pítis — e por quatro escultores gregos — Briáxis, Escopas, Leocarés eTimóteo. Hoje, os fragmentos desse monumento são encontrados no Museu Britânico, em Londres, e em Bodrum, na Turquia. A palavra mausoléu é derivada de Mausolo.

TEMPLO DE ÁRTEMIS EM ÉFESO,

O TEMPLO DE ÁRTEMIS EM ÉFESO, construído para a deusa grega da caça e protetora dos animais selvagens, foi o maior templo do mundo antigo. Localizado em Éfeso, atual Turquia, o templo foi construído em  550 a.C. pelo arquiteto cretense Quersifrão e por seu filho, Metagenes. Após concluído virou atração turística com visitantes de diversos lugares entregando oferendas, e foi destruído em 356 a.C. por Heróstrato, que acreditava que destruindo o templo de Ártemis teria seu nome espalhado por todo o mundo. Sabendo disso, os habitantes da cidade não revelaram seu nome, só conhecido graças ao historiador Strabo. Alexandre ofereceu-se para restaurar o templo, mas ele começou a ser reconstruído só em 323 a.C., ano da morte do macedônio. Mesmo assim, em 262 d.C., ele foi novamente destruído, desta vez por um ataque dos godos. Com a conversão dos cidadãos da região e do mundo ao cristianismo, o templo foi perdendo importância e veio abaixo em 401 d.C; e hoje existe apenas um pilar da construção original em suas ruínas.

ESTÁTUA DE ZEUS EM OLÍMPIA

A ESTÁTUA DE ZEUS EM OLÍMPIA foi construída no século V a.C. por Fídias, em homenagem ao rei dos deuses gregos — Zeus. A estátua, construída em ouro e marfim e decorada com pedras preciosas, possuía 12 metros de altura. Após 800 anos foi levada para Constantinopla (hoje Istambul), onde se acredita ter sido destruída em 462 d.C.  por um terremoto. Essa é considerada sua obra-prima. Tanto os gregos amavam seus trabalhos que se dizia que ele revelava aos homens a imagem dos deuses. Supõe-se que a construção da estátua tenha levado cerca de oito anos. Zeus (Júpiter, para os romanos) era o senhor do Olimpo, a morada das divindades. A estátua media de 12 a 15 metros de altura - o equivalente a um prédio de cinco andares - e era toda de marfim e ébano. Seus olhos eram pedras preciosas. Fídias esculpiu Zeus sentado num trono. Na mão direita levava a estatueta de Nike, deusa da Vitória; na esquerda, uma esfera sob a qual se debruçava uma águia. Supõe-se que, como em representações de outros artistas, o Zeus de Fídias também mostrasse o cenho franzido. A lenda dizia que quando Zeus franzia a fronte o Olimpo todo tremia. Quando a estátua foi construída, a rivalidade entre Atenas e Esparta pela hegemonia no Mediterrâneo e na Grécia continental mergulhou os gregos numa sucessão de guerras. Os combates, no entanto, não prejudicaram as realizações culturais e artísticas da época. Ao contrário, o século V a.C. ficou conhecido como o século de ouro na história grega devido ao extraordinário florescimento da arquitetura, escultura e outras artes. A estátua de Zeus foi destruída nesse mesmo século V a.C.

JARDINS SUSPENSOS DA BABILÔNIA

Os JARDINS SUSPENSOS DA BABILÔNIA são as maravilhas menos conhecidas, já que até hoje se encontram poucos relatos e nenhum sítio arqueológico foi encontrado com qualquer vestígio do monumento. O único que pode ser considerado "suspeito" é um poço fora dos padrões que se imagina ter sido usado para bombear água. Foram construídos por volta de 600 a.C., às margens do rio Eufrates, na Mesopotâmia - no atual sul do Iraque. Os jardins, na verdade, eram seis montanhas artificiais feitas de tijolos de barro cozido, com terraços sobrepostos onde foram plantadas árvores e flores. Calcula-se que estivessem apoiados em colunas cuja altura variava de 25 a 100 metros. Para se chegar aos terraços subia-se por uma escada de mármore; entre as folhagens havia mesas e fontes. Os jardins ficavam próximos ao palácio do rei Nabucodonosor II, que os teria mandado construir em homenagem à mulher, Amitis, saudosa das montanhas do lugar onde nascera. Capital do império caldeu, a Babilônia, sob Nabucodonosor, tornou-se a cidade mais rica do mundo antigo. Vivia do comércio e da navegação, buscando produtos na Arábia e na Índia e exportando lã, cevada e tecidos. Como não dispunham de pedras, os babilônios usavam em suas construções tijolos de barro cozido e azulejos esmaltados. No século V a.C., Heródoto dizia que a Babilônia "ultrapassava em esplendor qualquer cidade do mundo conhecido". Mas em 539 a.C. o império caldeu foi conquistado pelos persas e dois séculos mais tarde passou a ser dominado por Alexandre, o Grande, tornando-se parte da civilização helenística. Depois da morte de Alexandre (323 a.C.), a Babilônia deixou de ser a capital do império. Começou assim sua decadência. Não se sabe quando os jardins foram destruídos; sobre as ruínas da Babilônia ergueu-se, hoje, a cidade de Al-Hillah, a 160 quilômetros de Bagdá, a capital do Iraque.

PIRÂMIDE DE QUÉOPS

Ao contrário do que muitos pensam é apenas a PIRÂMIDE DE QUÉOPS (e não todas as três grandes Pirâmides de Gizé) que faz parte da lista original das Sete Maravilhas do Mundo. A Pirâmide de Quéops foi construída há mais de 4500 anos, por volta do ano 2550 a.C., e é também chamada de Grande Pirâmide de Gizé ou apenas Grande Pirâmide. A majestosa construção de 147 metros de altura foi a maior construção feita pelo homem durante mais de quatro mil anos, sendo superada apenas no final do século XIX (precisamente em 1889), com a construção da Torre Eiffel. A Grande Pirâmide de Gizé foi construída como tumba real para o faraó Khufu (que dá nome à pirâmide). O curioso é que a pirâmide de Gizé já era a mais antiga dentre todas as maravilhas do mundo antigo (afinal, na época já fazia mais de dois mil anos que havia sido construída) e é justamente a única que se mantém até hoje.

FAROL DE ALEXANDRIA

O FAROL DE ALEXANDRIA  era uma torre construída em 280 a.C. na ilha de Faros (uma ilha, hoje uma península, situada na baía da cidade egípcia de Alexandria e ligada por mar ao porto desta) para servir como um marco de entrada para o porto e posteriormente, como um farol. Considerada uma das maiores produções da técnica da Antigüidade, foi construído pelo arquiteto e engenheiro grego Sóstrato de Cnido a mando de Ptolomeu. Sobre uma base quadrada erguia-se a esbelta torre octogonal de mármore, com uma altura que variava entre 115 e 150 metros de altura, que por mais de cinco séculos manteve-se entre as mais altas estruturas feitas pelo homem. Em seu interior ardia uma chama que, através de espelhos, iluminava a uma distância de até 50 quilômetros – daí a grande fama e imponência daquele farol, que fizeram-no a ser identificado como uma das sete maravilhas do mundo antigo por Antípatro de Sídon. Em 1994, um time de arqueológicos mergulhadores, utilizando uma série de equipamentos sofisticados (localizadores via satélite, medidor eletrônico de distância e etc), encontraram sob as águas de Alexandria grandes blocos de pedra e estátuas do farol.

janeiro 30, 2011

Partenon é um Monumento Matemático da Grécia Antiga


O Partenon é provavelmente o mais conhecido de todos os templos gregos da antiguidade. Construído entre 480 e 323 a.C. representa todo o refinamento e estilo da arquitetura de Atenas nesse período. Dedicado  à  deusa  Atenas foi posteriormente transformado em igreja dedicada à Santa Sofia, e mais tarde convertido pelos francos na Catedral de Santa Maria de Atenas. Foi depois transformado em mesquita pelos turcos.
Erguidas sobre fundações de alvenaria de calcáreo, que atingiam alguns metros de profundidade, as construções desse período foram capazes de resistir por mais de 20 séculos, mesmo em regiões de razoável atividade sísmica. O estado atual do Partenon é devido à uma explosão no depósito de pólvora que tinha sido instalado no edifício no ano de 1687 que o danificou bastante. Foram destruídos 28 pilares, as paredes internas e as lajes de mármore da cobertura. Originalmente, a estrutura do Partenon era a indicada no esquema ao lado. Saiba mais acessando aqui.

janeiro 25, 2011

Os grandes pensadores da Educação

Tão antigo quanto a Filosofia, o pensamento educacional se desdobra em várias correntes, mas suas raízes estão fincadas na Grécia Antiga
Por trás do trabalho de cada professor, em qualquer sala de aula do mundo, estão séculos de reflexões sobre o ofício de educar. Mesmo os profissionais de ensino que não conhecem a obra de Aristóteles (384-322 a.C.), Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) ou Émile Durkheim(1858-1917) trabalham sob a influência desses pensadores, na forma como suas idéias foram incorporadas à prática pedagógica, à organização do sistema escolar, ao conteúdo dos livros didáticos e ao currículo docente. 
Antes mesmo de existirem escolas, a educação já era assunto de pensadores. Um dos primeiros foi o grego Sócrates (469-399 a.C.), para quem os jovens deveriam ser ensinados a conhecer o mundo e a si mesmos. Para seu discípulo Platão (427-347 a.C.), o conhecimento só poderia ser alcançado num plano ideal e nem todos estariam preparados para esse esforço. Aristóteles, discípulo de Platão, inverteu as prioridades e defendeu o estudo das coisas reais como um meio de adquirir sabedoria e virtude. O sistema de ensino que ele preconizou era acessível a um número maior de pessoas. (Por Gabriel Grossi)
Na coluna ao lado você encontra algumas personalidades que mudaram o jeito de pensar e fazer educação. Clique sobre um deles para conhecê-lo melhor.

janeiro 23, 2011

DONALD no PAÍS da MATEMÁGICA


Dedico aqui uma impecável atenção especial ao premiado curta metragem: Donald no País da Matemágica. O filme da década de 60 (foi criado originalmente pela Disney no longínquo ano de 1959) prima pela simplicidade da exposição das idéias e por combinar a magia de Walt Disney com a Magia dos números.
O resultado é um filme que encantou o mundo e ainda marca crianças e adultos pela profundidade e seriedade de seu conteúdo. Donald no País da Matemágica aborda temas desde proporções, entre elas a famosa Proporção Áurea até as origens do surgimento da música e jogos matemáticos como o bilhar e o xadrez. O curta ainda mostra o quão mais próxima a Matemática pode estar, na natureza e no dia a dia, do que muitos imaginam.
O Pato Donald compreende a importância da matemática com os gregos da Antiguidade, os primeiros a descobrirem alguns dos princípios matemáticos básicos. Em sequências sucessivas, esses princípios são relacionados à música, escultura, pintura, arquitetura, mecânica, esportes e outras atividades do nosso dia-a-dia. Essas sequências de cena mostram diferentes situações inusitadas onde podemos encontrar os encantos da matemática, com ênfase na Geometria.
O curta mostra que não há como dissociar a matemática e seus modelos das situações práticas. Nas palavras de Galileu: "A matemática é o alfabeto com o qual Deus escreveu o universo". Também nas palavras de Pitágoras: "Tudo está arranjado conforme as formas e os números".

janeiro 15, 2011

Você conhece a incrível Cinta de MOEBIUS?

A FITA OU CINTA DE MOEBIUS  é uma superfície com uma única face e uma borda única. Tem a propriedade matemática de ser um objeto não orientável. Muitos artistas plásticos, escultores e arquitetos tem-se utilizado deste ente matemático incrível como base para suas obras de arte.
Esta cinta foi co-descoberta, independentemente, pelos matemáticos  August Ferdinand MÖBIUS e Johann Benedict LISTING em 1858 . Confira as imagens seguintes!

Para saber mais acesse aqui em CINTA de MOEBIUS.

PARA DESCONTRAIR: O burro, o professor e os burros.

Eis aqui um caso real que se passou com Frei Betto:
Aluno, em 1964, do curso de jornalismo, ficava a Escola, no Rio, próxima ao aterro do Flamengo, então um canteiro de obras. Ali pastavam animais de carga. Um grupo de colegas, no qual me incluía, não suportava o tom laudatório do professor Hélio Vianna, ao se referir ao marechal Castelo Branco, seu cunhado, e primeiro a ocupar a Presidência em nome da ditadura. Decidimos pregar-lhe uma peça. Sequestramos um burro no aterro e o enfiamos na sala de aula. No corredor do andar de cima, ficamos a observar a reação do professor de história. Hélio Vianna entrou na sala e, para a nossa decepção, ali permaneceu em companhia do muar, durante 50 minutos. Dado o sinal, retirou-se impassível, sem demonstrar contrariedade ou queixar-se à direção. Deu mais trabalho fazer o burro descer do que subir os degraus da faculdade. Na semana seguinte o episódio parecia mergulhado no olvido. Hélio Vianna entrou em classe e – novo desaponto – não nos passou nenhuma reprimenda. Deu aula como se nada tivesse ocorrido. Nos últimos minutos, advertiu-nos: "Aviso aos senhores e senhoras que, na semana próxima, haverá prova. Peguem os pontos com o único colega que, na aula passada, se encontrava em classe". E não mais disse. Como estudar para a prova sem a menor noção da matéria indicada? No dia fatídico, o professor nos pediu uma dissertação, por escrito, de como o Tesouro da Holanda havia sido afetado pela invasão holandesa no Nordeste brasileiro. Zero geral. “Burros fomos nós.” (por Frei Betto)

janeiro 13, 2011

Afinal, O Que é Arte?

Arte é um importante trabalho educativo,  pois procura, através das tendências individuais, encaminhar a formação do gosto, estimula a inteligência e contribui para a formação da personalidade do indivíduo, sem ter como preocupação única e mais importante à formação de artistas.  No seu trabalho criador, o indivíduo utiliza e aperfeiçoa processos que desenvolvem a percepção, a imaginação, a observação, o raciocínio, o controle gestual. Capacidade psíquica que influem na aprendizagem. No processo de criação ele pesquisa a própria emoção, liberta-se da tensão, ajusta-se, organiza pensamentos, sentimentos, sensações e forma hábitos de trabalho. Educa-se. A arte é uma criação humana com valores estéticos (beleza, equilíbrio, harmonia, revolta) que sintetizam as suas emoções, sua história, seus sentimentos e a sua cultura. É um conjunto de procedimentos utilizados para realizar obras, e no qual aplicamos nossos conhecimentos. Apresenta-se sob variadas formas como: a plástica, a música, a escultura, o cinema, o teatro, a dança, a arquitetura etc. Pode ser vista ou percebida pelo homem de três maneiras: visualizadas, ouvidas ou mistas (audiovisuais). Atualmente alguns tipos de arte permitem que o apreciador participe da obra. O artista precisa da arte e da técnica para se comunicar. PARA SABER MAIS e conhecer  as características de vários Movimentos Artísticos acesse SPINER.
Imagem do Movimento Surrealista

A incrível Arte de Christian Faur COM LÁPIS DE CERA

Enquanto a maioria das pessoas usam lápis de cera para desenhar, o artista Christian Faur utiliza-os lado a lado, de forma a montar figuras com extremo realismo.  De perto você não consegue perceber muita coisa, mas, basta afastar-se um pouco para entender seu trabalho. Ao alinhar milhares de lápis de cera de cores diferentes, ele consegue criar efeitos bem curiosos. A tridimensionalidade dos lápis faz com que as imagens não sejam estáticas e se modifiquem à medida que o nosso olhar se move até desaparecerem completamente quando nos aproximamos demais. PARA SABER MAIS ACESSE OBVIUS 

janeiro 06, 2011

O ATO DE REFLETIR

Reflexão significa movimento de volta sobre si mesmo ou movimento de retorno a si mesmo. A reflexão é o movimento pelo qual o pensamento volta-se para si mesmo, interrogando a si mesmo. A reflexão filosófica é tida como radical porque é um movimento de volta do pensamento sobre si mesmo para conhecer-se a si mesmo, para indagar como é possível o próprio pensamento. Não somos, porém, somente seres pensantes. Somos também seres que agem no mundo, que se relacionam com os outros seres humanos, com os animais, as plantas, as coisas, os fatos e acontecimentos, e exprimimos essas relações tanto por meio da linguagem quanto por meio de gestos e ações. A reflexão filosófica também se volta para essas relações que mantemos com a realidade circundante, para o que dizemos e para as ações que realizamos nessas relações. A reflexão filosófica organiza-se em torno de três grandes conjuntos de perguntas ou questões:
1.      Por que pensamos o que pensamos, dizemos o que dizemos e fazemos o que fazemos?
2.      O que queremos pensar quando pensamos, o que queremos dizer quando falamos, o que queremos fazer quando agimos? Isto é, qual é o conteúdo ou o sentido do que pensamos, dizemos e fazemos?
3.      Para que pensamos o que pensamos, dizemos o que dizemos, fazemos o que fazemos? Isto é, qual a intenção ou a finalidade do que pensamos, dizemos ou fazemos?
Essas três questões podem ser resumidas em: o que é pensar, falar e agir? E elas pressupõem a seguinte pergunta: nossas crenças cotidianas são ou não um saber verdadeiro, um conhecimento? A atitude filosófica inicia-se indagando: o que é? Como é? Por que é? Dirigindo-se ao mundo que nos rodeia e aos seres humanos que nele vivem e com ele se relacionam. São perguntas sobre essência, significação ou estrutura e a origem de todas as coisas. A reflexão filosófica, por sua vez, indaga: Por quê? O quê? Para quê? Dirigindo-se ao pensamento, aos seres humanos no ato da reflexão. São perguntas sobre a capacidade e a finalidade humanas para conhecer e agir.
"O Pensador"- por Augusto Rodin

janeiro 04, 2011

VINÍCIUS DE MORAES

Vinícius de Moraes (1913-1980)
O poeta, cantor e compositor Marcus Vinícius de Melo Moraes nasceu no Rio de Janeiro (RJ) em 1913. Bacharel em Letras, formou-se também em Direito no mesmo ano em que estreou como escritor: 1933. Cinco anos mais tarde, foi para Oxford, na condição de bolsista mas a explosão da guerra, em 1939, forçou a volta ao Brasil. Ingressou na carreira diplomática em 1943 e em 1946 foi para Los Angeles, como vice-cônsul. Em 1953 compôs seu primeiro samba: era o inicio da atividade que iria absorvê-lo. Alguns anos depois, convidou Tom Jobim para fazer a música do espetáculo Orfeu da Conceição, peça de sua autoria, que viraria depois o filme Orfeu negro, premiado com a Palma de Ouro no festival de Cannes.PARA SABER MAIS ACESSE AQUI EM: VIDA E ARTE DE VINÍCIUS.

SEBASTIÃO SALGADO

Filho de pecuaristas, o fotógrafo Sebastião Salgado é o único filho homem entre sete irmãs. Mudou-se para São Paulo para estudar economia na Universidade de São Paulo, tornando-se mestre em economia em 1968. Em Paris, passou a estudar na Escola Nacional de Estatísticas Econômicas, onde obteve o doutorado em 1971. Passou a trabalhar na África, para a Organização Internacional do Café, atividade a que se dedicou até 1973. De volta a Paris, iniciou começou a trabalhar como repórter-fotográfico free-lancer. Passou depois a trabalhar para agências de prestígio, como a Magnum Photos, em 1979. De 1979 a 1994 dedicou-se a vários projetos, entre os quais a cobertura da guerra de Angola, o seqüestro de israelenses em Entebe e o atentado ao presidente Ronald Reagan, dos EUA. Viajando pela América do Sul, captou imagens que resultaram na exposição e no livro "Outras Américas", em 1986. Em 1993 dedicou-se a um projeto sobre a extinção do trabalho manual, em 26 países, do que resultou o álbum "Trabalhadores". Sebastião Salgado fundou sua própria agência, a Amazonas Images, em 1994, e realizou diversas viagens para documentar populações marginalizadas de 41 países. As imagens desse projeto foram reunidas na exposição "Êxodos", em 2000. PARA SABER MAIS ACESSE AQUI EM: VIDA E ARTE DE SEBASTIÃO SALGADO.


FÉLIX VALLOTTON

Vallotton, nasceu em Lausanne, no cantão francófono de Vaud, em 1865. Durante a adolescência estudou no Collège Cantonal, onde em 1882, obteve o diploma em Estudos Clássicos. Nesse mesmo ano partiu para Paris, cidade onde se irá fixar até ao final da sua vida, para iniciar a sua formação em Artes Plásticas na prestigiada r0;Académie Julianr1;. Neste período frequenta o Museu do Louvre onde estuda os trabalhos de Holbein (1498 - 1543), Dürer (1471- 1528) e Ingres (1780-1867). Será este último que constituirá uma permanente referência a toda a sua poética pictórica, sobretudo no modo de abordar e trabalhar o corpo feminino e a atenção dada ao detalhe. Característica que irá demarcar Vallotton de toda a pintura experimental observada à sua época e da qual o artista toma parte de forma activa, mas sempre possuidora de um estilo muito pessoal, vagueando entre a síntese das vanguardas surgidas no pós-impressionismo e o classicismo bebido de Ingres. Mas desde o início de carreira Vallotton parece predestinado ao sucesso, pois que logo em 1885, com o seu auto-retrato recebe uma menção honrosa no "Salão dos Artistas Franceses". PARA SABER MAIS ACESSE AQUI EM:A VIDA E ARTE DE VALLOTON.